domingo, 13 de julho de 2008

Como estão a ser???


as vossas férias? Pois já sei ... ler aqui como o nosso amigo nem pensar ... pois é mais praia, mar, bronze, miúdos e miúdas ... pois ... estou a ver ...
BOAS FÉRIAS!!!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Adeus ... não ... até breve

(Foto retirada da net)

Adeus ... o ano lectivo chegou ao fim ... passámos meses juntos ... partilhámos ideias, opiniões, sentimentos, tristezas e alegrias!!! Vocês cresceram comigo e eu cresci convosco ... jamais me esquecerei de vós e convosco fica o meu coração ...

Adeus ... não ... até breve ....


domingo, 1 de junho de 2008

KIERKGAARD - O Estádio Ético



(Desenho retirado da net - anakawaiii)

O homem ético é orientado pelo princípio do dever. Ao contrário do homem estético, não pretende estar “além do bem e do mal”. Não quer ser excepção, deseja sentir-se integrado na sociedade em que vive, respeitar as normas e os padrões comuns: reconhece como sua a moral comum porque o mais importante para ele é sentir-se ligado aos outros homens. O homem ético constrói a sua identidade, identificando-se com as normas ou princípios com os quais a maioria dos homens se identifica. O estádio ético implica a renúncia às atracções passageiras, aos caprichos do impulso sensual, aos interesses egoístas e aos devaneios da fantasia. Viver de forma ética não é fácil e, por vezes, enormes sacrifícios são exigidos.
O protótipo ou o modelo do homem ético é o do homem que aceita o compromisso do casamento. Para Kierkegaard, o homem casado é aquele que realiza uma escolha e que pretende fazer dessa opção uma escolha definitiva, transformando o amor presente em amor de toda uma vida. Escolheu um caminho – cumprir o dever de respeitar o compromisso assumido com quem casou e satisfazer as expectativas da sociedade e da moral estabelecida no que respeita à criação e educação dos filhos. Para o homem casado, é essa a opção fundamental da sua vida, aquilo que lhe dá sentido.
“O hábito, o indefectível hábito, a cruel monotonia, a sempiterna uniformidade, faz da vida doméstica e conjugal um insuportável marasmo.”
Ao frenesim da vida estética o homem ético prefere a estabilidade e, em muitos casos, opta pelo casamento como amor livremente escolhido e baseado no dever. Pretende essa escolha como absoluta e definitiva, mas o objecto da sua escolha nada tem de absoluto, é finito. No plano das relações e das coisas humanas, tudo tem o seu tempo, tudo é precário e imperfeito. Para Kierkegaard, nada há neste mundo que satisfaça o desejo humano de absoluto ou que possa ser objecto de uma dedicação absoluta. A vida estética e a vida ética nada mais são do que falsos substitutos do sentido último da vida humana. A desenfreada procura do prazer e a dedicação empenhada às normas morais socialmente aceites e transmitidas são máscaras que escondem o homem da verdade sobre si mesmo.

domingo, 25 de maio de 2008

KIERKGAARD: PERSPECTIVA RELIGIOSA SOBRE O SENTIDO DA EXISTÊNCIA - O estado estético

(Salvador Dali)


O homem estético orienta a sua vida pelo “princípio do prazer”, isto é, pela procura do prazer, do que é agradável aos sentidos. O modelo do homem estético é o sedutor, o Don Juan, mas, embora o prazer da conquista e do gozo sexual seja o mais intenso e o mais procurado, a vida estética pode também consistir na entrega a fins temporais como o poder e o dinheiro.

O que há de comum entre os diversos indivíduos com preocupações diferentes para que consideremos que adoptam uma forma de vida estética?
Vivem para o momento imediato, para o instante que passa e, identificando a repetição com o aborrecimento, rejeitam voltar a fazer a mesma coisa. O homem estético é dominado pela imaginação e pela fantasia: sonha com estados de alma sempre novos, desejando que cada experiência agradável seja uma absoluta novidade. Para ele, a arte de viver consiste em escapar à monotonia do “já visto”. Esta obsessão pela novidade, pela diferença, implica uma mudança constante e a negação de qualquer compromisso ou fidelidade, seja a uma mulher seja a um ideal social e político. Tudo isto, mais instituições como o casamento, a família e uma ocupação profissional rotineira, são insuportáveis, impõem restrições, reprimindo a procura do prazer.

Este amor à novidade tem o seu reverso: a satisfação do prazer em determinado caso é sempre seguida de insatisfação. A dinâmica infinita do desejo, o querer que seja sempre mais intenso, transforma cada desejo satisfeito em melancolia e aspiração a nova experiência satisfatória. Múltiplas experiências, dispersão na procura do prazer e permanente insatisfação com o prazer atingido. O sedutor Don Juan, que termina no desespero e na perdição. À medida que o homem que assim vive se torna consciente da futilidade e inconsistência da sua vida e deixa de valorizar uma existência determinada pelas inclinações e caprichos sensoriais, o desespero instala-se.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Do suicídio

(Imagem retirada da net)


Existem pessoas que perante as calamidades da vida empregam o remédio fatal, o suicídio. É uma espécie de morte que propuseram a si próprios, raramente se aventuram a procurar outra solução , conseguindo reunir tanta determinação, de modo a executar o seu propósito. O nosso horror à morte é tão grande que, quando esta se apresenta a um homem sob qualquer forma que não aquela com a qual ele se esforçou por reconciliar a sua imaginação, esta adquire novos terrores e supera a sua débil coragem. Por isso o homem deambula entre dois pensamentos, por um lado o medo da morte; por outro, a vontade de acabar com a sua própria vida. Mas, quando olhamos para o que diz a religião logo vemos o poder surpreendente que esta tem, privando os homens de todo o poder sobre as suas vidas, pois afirma que a morte, ou o poder de decidir entre a vida e a morte só pertence a Deus e não ao homem. Isto é válido para o suicídio como para questões tão importantes como a eutanásia, que tem feito correr muita tinta pelos tribunais mundiais. Vamos examinar todos os argumentos comuns contra o suicídio e mostrando, de acordo com as opiniões de todos os filósofos antigos, que essa acção pode estar livre de qualquer imputação de culpa ou censura. Se o suicídio é um crime, tem de ser uma transgressão do nosso dever em relação a Deus, aos nossos semelhantes ou a nós próprios. De modo a provar que o suicídio não é qualquer transgressão do nosso dever em relação a Deus, as seguintes considerações talvez sejam suficientes. (Adaptação do texto de David Hume, Do suicídio)

segunda-feira, 19 de maio de 2008

O absurdo da existência ou a existência do absurdo?

(Foto retirada da net)

Qual o significado da existência humana? Será a prática do bem ou do mal? Se olharmos para o que se passa no mundo, se olharmos para as atrocidades que são cometidas nos vários países, se olharmos para o passado e presente da Humanidade e pensarmos nos maiores crimes contra os seres humanos ... não será isto tudo o absurdo da existência ou a existência do absurdo?

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Para além do real ...

(Foto retirada da net)

Será que o sentido, o "destino" da nossa existência está para além do real ... está para além do aqui e agora, numa dimensão divina?

O nosso sentido será a comunhão com Deus, a vida eterna?