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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Purifica o teu coração ...
“Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo.” Pitágoras
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Na corda bamba

(Imagem retirada da net)
Hoje começámos a falar no sentido da existência humana, no sentido disto tudo, quem somos, donde vimos e para onde vamos?
O que é isto da vida, da morte, de dar sentido ou de não o ter ...
Perguntas difíceis ... provavelmente sem resposta ...
apenas uma certeza temos vivemos todos os dias na corda bamba sem saber o nosso fim ...
Etiquetas:
existência,
filosofia,
sentido,
vida
quinta-feira, 24 de abril de 2008
O Paradoxo da Liberdade

É porque eu sou a minha voz, é porque ela existe minha no instante em que a estou erguendo, que me escapa a sua intelecção. E todo o equívoco do problema da liberdade está aí. Porque a liberdade experimenta-se e nada a pode demonstrar. Demonstrá-la exigiria que estivéssemos fora de nós, porque na própria demonstração estamos sendo o homem livre cuja liberdade desejávamos provar. Assim essa tentativa, como disse, é tão absurda como pretender a intelecção de uma língua fora de uma qualquer língua. Porque enquanto entendo uma língua, estou sendo aquela língua dentro da qual estou entendendo a outra. Quanto estou tentando entender a minha liberdade estou sendo quem sou na intelecção disso que sou. Eis-nos pois remetidos para o limiar de nós próprios, para o absoluto da escolha antes da escolha, para a identidade incompreensível entre o ser que é o nosso e a escolha desse ser.
Que tem que fazer aqui a razão? Somos livres, como sabemos na consciente vivência do acto de ser consciente. Somos livres, como o sabemos da possibilidade de se ser e de se saber que se é, da infinita e infinitesimal diferença entre mim e mim, entre ser-se o que se é e o saber-se que se é esse ser, da infinitesimal diferença entre o ser que é o nosso e o ter querido ser esse ser. Mas do estar-se sendo quem se é e do paralelo saber-se que se é e se quis ser esse ser, não é possível arrancarmo-nos nem para sermos outro ser diferente daquele que se quis ser, nem para entendermos como e porquê o que nos faz querer ser o que somos, nos fez de facto querer ser esse ser. Porque quando queremos isso e nos colocamos pois antes disso, já estamos sendo esse isso. Assim a intelecção da liberdade oscila perpetuamente entre a afirmação gratuita dessa liberdade e de um rigoroso determinismo. É-se livre quando se é quem se é; mas sermos quem somos é termos de ser esse que somos, já que não podemos ser quem não somos. Assim essa liberdade é ininteligível e sem fundo, pólo da nossa infinitude, significação-limite do sermo-nos. Vergílio Ferreira, in 'Invocação ao Meu Corpo'
Que tem que fazer aqui a razão? Somos livres, como sabemos na consciente vivência do acto de ser consciente. Somos livres, como o sabemos da possibilidade de se ser e de se saber que se é, da infinita e infinitesimal diferença entre mim e mim, entre ser-se o que se é e o saber-se que se é esse ser, da infinitesimal diferença entre o ser que é o nosso e o ter querido ser esse ser. Mas do estar-se sendo quem se é e do paralelo saber-se que se é e se quis ser esse ser, não é possível arrancarmo-nos nem para sermos outro ser diferente daquele que se quis ser, nem para entendermos como e porquê o que nos faz querer ser o que somos, nos fez de facto querer ser esse ser. Porque quando queremos isso e nos colocamos pois antes disso, já estamos sendo esse isso. Assim a intelecção da liberdade oscila perpetuamente entre a afirmação gratuita dessa liberdade e de um rigoroso determinismo. É-se livre quando se é quem se é; mas sermos quem somos é termos de ser esse que somos, já que não podemos ser quem não somos. Assim essa liberdade é ininteligível e sem fundo, pólo da nossa infinitude, significação-limite do sermo-nos. Vergílio Ferreira, in 'Invocação ao Meu Corpo'
terça-feira, 22 de abril de 2008
Inteligência artificial

O filme que estamos a analisar e a reflectir ... respondendo às seguintes questões:
Ou será possível que, com os programas certos, um computador muito mais avançado do que os actuais seja consciente e tenha uma vida mental com pensamentos e até emoções?
Etiquetas:
ensino,
filosofia,
inteligencia artificial
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Espectacular!!!!
Para vocês!!!! As vossas apresentações deixaram-me sem palavras, a vossa imaginação superou tudo!!! Isto é merecido!!!
Olá!

Pois é meus lindos, cá estamos nós noutra plataforma a fazer Filosofia ou pelos menos a tentar!!!!
Sejam bem-vindos!!!!!
Agora ninguém nos pará!!!!
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